É uma perguntinha pertinente, vinda da comunidade no Orkut “Starbucks Brasil”. A rede de cafés americana que diminuiu seus negócios nos EUA, mas cresceu absurdamente na América Latina (Brasil rulez!), ganhou diversos clientes e fãs de bebidas a base de café nos últimos dois anos. Mas será que consumimos por gostar ou por puro modismo?
Essa foto é tão antiga... Eu na Starbucks do Shopping Higienópolis - 06/2007
Semana passada, fui a loja da Alameda Santos, bem no final da tarde. Péssima idéia. Além de ser período de férias, lojas lotadas de teens disputando lugares aconchegantes nas famosas poltroninhas, a loja estava bem sujinha, com copos e bandejas ainda nas mesas. Depois de enfrentar cerca de sete minutos na fila, fiz meu pedido: Café Mocha Tall (tall = pequeno), e para meu espanto meu ticket restaurante não era aceito. Como assim?
Mesmo assim, peguei meu cafezinho e “tentei” sentar numa mesa. Fiquei observando as pessoas que estavam ao meu redor, em sua maioria, adolescentes que deveriam ter no máximo 16 anos, rindo, tomando o Frapuccino de morango (detalhe, não leva café), enquanto aqueles ávidos por cafeína tinham que se contentar em sentar nas mesinhas cheias de copos vazios e guardanapos usados. Tanto, que fiquei com dó de um senhor engravatado, que aparentemente, deu uma pausa entre uma reunião e outra para tomar um café, e cedi meu lugar pra ele.
Ai é que vem a pergunta: Quem consome Starbucks vai porque é moda, ou porque gosta de consumir os produtos? Logo quando foi inaugurada a primeira loja aqui em 2007, havia certo “glamour”, mas agora, pensar em ir para qualquer loja é sinônimo de aborrecimento. Claro que a democracia sempre prevalece, mas da coisa virar popular demais acaba perdendo o encanto. E o que a Starbucks tem de menos popular é o preço!
Então, melhor pensar duas vezes em responder esta pergunta.
A única coisa boa que aconteceu nesta visita, que exatamente no minuto que eu saia da loja, Marcos Mion entrava... E ele é tão fofo!
1 comentários:
Carol,
enquanto o consumismo caminha pro descontrole, continuo acreditando que o melhor café é o brasileiro. Não gasto um centavo nesse lugar, além de ruim, caro e lotado, é cheio de gente fresca. Um beijo!
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